Bom, fiz umas boas descobertas nesse último mês, o que ajudou demais a fazer a lista com 5 músicas que eu ando escutando sem parar.
Pastime Paradise - Stevie Wonder: Quando eu comecei a ouvir a música, que faz parte do disco "Songs in the key of life", pensei que estivesse ouvindo Gangsters Paradise, do Coolio. Aí a ficha caiu e eu percebi que o rap de Coolio teve como inspiração essa música do Stevie, que como o rap, é sensacional e merece ser mais reconhecida.
Holy Grail - Jay-Z feat. Justin Timberlake: Mais uma excelente música da parceria entre os dois, que é a primeira música do novo álbum do Jay-Z, Magna Carta Holy Grail. O refrão é cantado espetacularmente pelo JT, e os versos do Hov são muito bons. Além disso, a referência a Smells Like Teen Spirit e a Kurt Cobain são muito bem feitas e ajudam a engrandecer a música.
Black Skinhead - Kanye West: Faixa de Yeezus, cd novo do Kanye, é uma música que traz toda uma atmosfera raivosa característica de várias músicas do artista. É a melhor do disco, e mostra a capacidade criativa do Kanye, além de ter uma boa batida e versos muito impactantes.
Come With Me - Puff Daddy feat. Jimmy Page: A música é toda baseada no riff de Kashmir, com uma batida mais característica do rap. A mistura deu muito certo, como era de se esperar, já que Diddy é muito talentoso, Kashmir é um hino do rock e uma orquestra sempre ajuda a dar um toque de grandiosidade nas músicas.
Nightrain - Guns n Roses: Hard Rock típico dos anos 80, com muito "cowbell", guitarra marcante e uma bela performance do Axl Rose. É uma das excelentes músicas do Appetite for Destruction, e uma das provas de que se a formação clássica do Guns não tivesse se separado, eles seriam muito maiores do que já são.
Nosso blog espera se tornar um oásis de sabedoria no deserto de ignorância da internet. Será um espaço de informação sobre absolutamente tudo que for minimamente relevante no mundo, sem manipulações ou censuras, direto e imparcial. Ou não...
domingo, 14 de julho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
As 15 Melhores Músicas de Pop, R&B e similares dos Anos 2000
Retornando a sessão nostalgia dos anos 2000, vou elencar as 15 melhores músicas do Pop e R&B da década passada. São músicas que tem melodias inesquecíveis, coreografias espetaculares, refrões mais do que marcantes e, por isso, são consideradas, por mim, as melhores músicas desses estilos dos anos de 2000 a 2009. Cliquem nos títulos para ouvir as músicas...
15 - Yeah - Usher feat. Lil' Jon & Ludacris: Não tem como ficar parado quando as primeiras notas de Yeah começam a tocar. A obra-prima dançante de Usher é certamente um dos hinos das pistas de dança da década, e com todos os méritos, da voz de Usher, passando pelos gritos de Lil Jon e pela rima absurdamente rápida de Ludacris.
14 - We Belong Together - Mariah Carey: Além de ser o seu grande hit na década, foi a música que marcou seu retorno triunfal ao topo. Mariah dá um show nessa balada pop, e mostra que não se pode subestimar as grandes cantoras.
13- I Gotta Feeling - The Black Eyed Peas: Você provavelmente ouviu essa música até dizer chega, e com o tempo passou a odiá-la com todas as suas forças, mas não dá pra negar que é uma excelente música. É O hino das pistas de dança da década passada, com uma batida e refrão muito contagiantes, que só gênios do pop, como Will.I.Am sabem fazer.
12- Poker Face - Lady Gaga: Essa música consolidou Gaga como uma das cantoras pop mais importantes da atualidade, e sem dúvidas é a melhor música que ela já fez. É outra música com batida direcionada às pista de dança e que, aliada à voz de Gaga e a um refrão muito grudento, acabam tornando a música um hit imenso e uma das melhores dos últimos tempos.
11- Ignition (Remix) - R. Kelly: Seria difícil esperar que R. Kelly algum dia fizesse algo parecido com "I Believe I Can Fly", mas ele fez. Ignition (Remix) tem uma das atmosferas mais interessantes do R&B recente, sendo ao mesmo tempo relaxante e dançante, com melodia e refrões espetaculares.
10- One More Time - Daft Punk: A música mais marcante do duo francês de música eletrônica. Dançante ao extremo, sintetiza tudo que a música eletrônica deve ser, inclusive com a voz robótica em algumas partes e o refrão cativante.
9- Since U Been Gone - Kelly Clarkson: O pop/rock da primeira vencedora do American Idol merece estar na lista. A cantora mostra que tem muito potencial vocal, as guitarras criam uma ambientação que permite identificar o peso do rock e a dança do pop, e o refrão ajuda a tornar a música um clássico da década passada, e provavelmente a melhor música da Kelly Clarkson.
8- Single Ladies - Beyoncé: Ela foi a maior estrela do R&B nos últimos anos, e Single Ladies mostra porquê. Não bastasse a coreografia e o clipe sensacionais (e Kanye West concorda comigo), a música é talvez a mais animada da carreira da cantora, com ótimo refrão e uma "ponte" (brigde) simplesmente espetacular (que começa do "Don't treat to these things of this world" e termina no "And like a ghost I'll be gone").
7- Paper Planes - M.I.A.: Atmosfera psicodélica, partes da música feitas a partir de sons de caixas registradoras antigas e tiros de revólver, que se encaixam perfeitamente à proposta da música. Pela ousadia e inovação que essa música trouxe e seu sucesso comercial, ela merece estar bem posicionada na lista.
6- Cry Me a River - Justin Timberlake: Com essa música, Justin mostrou que não era mais um integrante qualquer de boy band e comprovou todo o seu talento e criatividade, o que também é refletido pela letra da música. O refrão e as pontes são muito bons, além, é claro, da batida.
5- Umbrella - Rihanna feat. Jay-Z: Com Jay-Z esbanjando e anunciando a "pequena miss sunshine" de sua gravadora e depois Rihanna começando a cantar os versos até chegar no refrão mais grudento da década, com seus "ella, ella, ella, e, e, e", e numa das melhores pontes da década também, que termina com a garota de Barbados mostrando sua qualidade vocal em "I'll be all you need and more", Umbrella não podia ser menos que o imenso hit que foi.
4- Rehab - Amy Whinehouse: Pode ser triste pensar que a negativa da cantora a ir se tratar, o que é o tema da música, acabou levando à sua morte precoce. Mesmo assim, Rehab é uma excelente música, que combina perfeitamente o antigo e o novo, dos instrumentos de sopro à batida da bateria, passando pelo simbólico refrão. Rehab é uma obra prima de Amy, é certamente uma das músicas que definem a década passada.
3- Crazy - Gnarls Barkley: A obra prima do duo formado por Cee-Lo Green e Danger Mouse, com uma batida espetacular, letra muito interessante, refrão marcante e a voz impressionante de Cee-Lo, que une todos esse elementos e transforma a música num clássico instantâneo. Desculpem o trocadilho, mas não tem como não ficar maluco por essa música.
2- Crazy in Love - Beyoncé feat. Jay-Z: Não tinha maneira melhor de se lançar em carreira solo após o grande sucesso do Destiny's Child. A riff de metais do início já é grandioso, mas a cada parte da música essa grandiosidade vai aumentando, com os versos muito bem cantados pela Beyoncé, o refrão sensacional, os versos de rap de Jay-Z e a ponte fantástica que começa no fim do rap do Jay e termina no refrão, que juntas formam a melhor música cantada por uma mulher na década passada, e uma das melhores músicas de todos os tempos.
1- Hey Ya! - Outkast: Quando a duo de rap mais talentoso da década se aventurou a fazer uma música diferente do padrão rap, nem eles devem ter imaginado o que acabavam de fazer. Do refrão ao riff de piano, passando pela batida da bateria, a parte cantada por Andre 3000, a conversa entre os "integrantes" da "banda" Love Below e o genial verso "Shake it like a polaroid picture", tudo nessa música é fantástico, e tudo isso se confirmou com o enorme sucesso de crítica e público que a música teve, contagiando desde o mais fanático headbanger a aqueles de só ouvem o que faz sucesso nas rádios, sendo, por isso, e com muitos méritos, a melhor música pop dos anos 2000.
15 - Yeah - Usher feat. Lil' Jon & Ludacris: Não tem como ficar parado quando as primeiras notas de Yeah começam a tocar. A obra-prima dançante de Usher é certamente um dos hinos das pistas de dança da década, e com todos os méritos, da voz de Usher, passando pelos gritos de Lil Jon e pela rima absurdamente rápida de Ludacris.
14 - We Belong Together - Mariah Carey: Além de ser o seu grande hit na década, foi a música que marcou seu retorno triunfal ao topo. Mariah dá um show nessa balada pop, e mostra que não se pode subestimar as grandes cantoras.
13- I Gotta Feeling - The Black Eyed Peas: Você provavelmente ouviu essa música até dizer chega, e com o tempo passou a odiá-la com todas as suas forças, mas não dá pra negar que é uma excelente música. É O hino das pistas de dança da década passada, com uma batida e refrão muito contagiantes, que só gênios do pop, como Will.I.Am sabem fazer.
12- Poker Face - Lady Gaga: Essa música consolidou Gaga como uma das cantoras pop mais importantes da atualidade, e sem dúvidas é a melhor música que ela já fez. É outra música com batida direcionada às pista de dança e que, aliada à voz de Gaga e a um refrão muito grudento, acabam tornando a música um hit imenso e uma das melhores dos últimos tempos.
11- Ignition (Remix) - R. Kelly: Seria difícil esperar que R. Kelly algum dia fizesse algo parecido com "I Believe I Can Fly", mas ele fez. Ignition (Remix) tem uma das atmosferas mais interessantes do R&B recente, sendo ao mesmo tempo relaxante e dançante, com melodia e refrões espetaculares.
10- One More Time - Daft Punk: A música mais marcante do duo francês de música eletrônica. Dançante ao extremo, sintetiza tudo que a música eletrônica deve ser, inclusive com a voz robótica em algumas partes e o refrão cativante.
9- Since U Been Gone - Kelly Clarkson: O pop/rock da primeira vencedora do American Idol merece estar na lista. A cantora mostra que tem muito potencial vocal, as guitarras criam uma ambientação que permite identificar o peso do rock e a dança do pop, e o refrão ajuda a tornar a música um clássico da década passada, e provavelmente a melhor música da Kelly Clarkson.
8- Single Ladies - Beyoncé: Ela foi a maior estrela do R&B nos últimos anos, e Single Ladies mostra porquê. Não bastasse a coreografia e o clipe sensacionais (e Kanye West concorda comigo), a música é talvez a mais animada da carreira da cantora, com ótimo refrão e uma "ponte" (brigde) simplesmente espetacular (que começa do "Don't treat to these things of this world" e termina no "And like a ghost I'll be gone").
7- Paper Planes - M.I.A.: Atmosfera psicodélica, partes da música feitas a partir de sons de caixas registradoras antigas e tiros de revólver, que se encaixam perfeitamente à proposta da música. Pela ousadia e inovação que essa música trouxe e seu sucesso comercial, ela merece estar bem posicionada na lista.
6- Cry Me a River - Justin Timberlake: Com essa música, Justin mostrou que não era mais um integrante qualquer de boy band e comprovou todo o seu talento e criatividade, o que também é refletido pela letra da música. O refrão e as pontes são muito bons, além, é claro, da batida.
5- Umbrella - Rihanna feat. Jay-Z: Com Jay-Z esbanjando e anunciando a "pequena miss sunshine" de sua gravadora e depois Rihanna começando a cantar os versos até chegar no refrão mais grudento da década, com seus "ella, ella, ella, e, e, e", e numa das melhores pontes da década também, que termina com a garota de Barbados mostrando sua qualidade vocal em "I'll be all you need and more", Umbrella não podia ser menos que o imenso hit que foi.
4- Rehab - Amy Whinehouse: Pode ser triste pensar que a negativa da cantora a ir se tratar, o que é o tema da música, acabou levando à sua morte precoce. Mesmo assim, Rehab é uma excelente música, que combina perfeitamente o antigo e o novo, dos instrumentos de sopro à batida da bateria, passando pelo simbólico refrão. Rehab é uma obra prima de Amy, é certamente uma das músicas que definem a década passada.
3- Crazy - Gnarls Barkley: A obra prima do duo formado por Cee-Lo Green e Danger Mouse, com uma batida espetacular, letra muito interessante, refrão marcante e a voz impressionante de Cee-Lo, que une todos esse elementos e transforma a música num clássico instantâneo. Desculpem o trocadilho, mas não tem como não ficar maluco por essa música.
2- Crazy in Love - Beyoncé feat. Jay-Z: Não tinha maneira melhor de se lançar em carreira solo após o grande sucesso do Destiny's Child. A riff de metais do início já é grandioso, mas a cada parte da música essa grandiosidade vai aumentando, com os versos muito bem cantados pela Beyoncé, o refrão sensacional, os versos de rap de Jay-Z e a ponte fantástica que começa no fim do rap do Jay e termina no refrão, que juntas formam a melhor música cantada por uma mulher na década passada, e uma das melhores músicas de todos os tempos.
1- Hey Ya! - Outkast: Quando a duo de rap mais talentoso da década se aventurou a fazer uma música diferente do padrão rap, nem eles devem ter imaginado o que acabavam de fazer. Do refrão ao riff de piano, passando pela batida da bateria, a parte cantada por Andre 3000, a conversa entre os "integrantes" da "banda" Love Below e o genial verso "Shake it like a polaroid picture", tudo nessa música é fantástico, e tudo isso se confirmou com o enorme sucesso de crítica e público que a música teve, contagiando desde o mais fanático headbanger a aqueles de só ouvem o que faz sucesso nas rádios, sendo, por isso, e com muitos méritos, a melhor música pop dos anos 2000.
domingo, 19 de maio de 2013
Festa no Céu
Imaginem que todos os artistas da música, ao morrerem, vão para o céu. Agora imaginem que nesse céu há todo e qualquer instrumento musical já inventado pelo homem, podendo ser utilizado por qualquer um que quisesse. Os artistas, que nasceram e viveram para e pela música não perderiam a oportunidade de aproveitar todo essa aparato à sua disposição e começariam a tocar, cantar e dançar, transformando o céu numa verdadeira festa, com gente de todas as raças, credos e orientações sexuais unidos pelo poder da música. Então, os artistas começariam a tocar juntos, de acordo com os estilos que tocavam na Terra, de modo que qualquer um que chegasse pudesse ouvir aquilo que mais gostava quando era vivo ou passou a gostar a chegar nesse céu. Ficaria mais ou menos assim:
Em um canto, com seus violões e guitarras elétricas, Robert Johnson, Muddy Waters e John Lee Hooker estariam apresentando suas canções de blues, relembrando a vida dura num país ainda racista e intolerante e a vida simples cantada em forma de música. Um pouco ao lado, Hank Williams, George Jones e Johnny Cash pegariam seus violões para também falar da vida simples no campo, só que do ponto de vista dos brancos. Ouvindo essa mistura de country e blues, Elvis Presley, Buddy Holly, Roy Orbison e Bill Haley estariam celebrando a juventude, cantando e dançando o rock n roll, animando e contagiando todos os que passavam por perto. Num outro ponto, Ray Charles, Otis Redding e Sam Cooke estariam fazendo duetos com Marvin Gaye, Curtis Mayfield, Etta James e Whitney Houston, com vozes tão potentes que até os anjos se impressionariam, além de Amy Winehouse, que chegaria depois para se juntar à festa. Do lado, Bob Marley e Peter Tosh estariam louvando Jah, sem se esquecer do povo sofrido da Jamaica nas suas músicas de reggae. Um pouco mais ao centro, James Brown estaria ensinando passos de funk ao Michael Jackson, fazendo-o lembrar dos tempos de Jackson 5, e o próprio Mike ensinaria Brown a fazer o Moonwalk. Ao lado de Elvis e cia., John Lennon e George Harrison se juntariam a Brian Jones, John Entwistle e Keith Moon, criando uma superbanda para cantar os maiores sucessos das grandes bandas inglesas da década de 60. Em um campo florido, Jimi Hendrix estaria tocando sua guitarra fazendo companhia a Janis Joplin, Jim Morrison e Cass Elliot, celebrando a paz, o amor e a música, observados de perto por Frank Zappa, Syd Barrett e Rick Wright.
Um pouco depois apareceriam por lá Bon Scott, Ronnie James Dio, John Bonham, Randy Rhoads, Cliff Burton, Jon Lord e Dimebag Darrell, que elevariam ao máximo o som do rock pra incluir o Hard Rock e o Heavy Metal na festa. Também chegariam pra tocar Johnny, Joey e Dee Dee Ramone, acompanhados de Joe Strummer e Sid Vicious, cantando as insatisfações da juventude com os governos e pregando a simplicidade no rock, cercados de pessoas de cabelo moicano e jaquetas de couro. Para animar a festa, Donna Summer, Maurice e Robin Gibb cantariam os embalos de sábado à noite, sem deixar ninguém parado. Em outra parte da festa, mais afastado do centro, Tupac Shakur e Notorious B.I.G., amigos novamente, se juntariam a Eazy-E e MCA, para fazer rimas sobre os prazeres da vida e os problemas das periferias e dos jovens pobres americanos, sob o comando de Jam Master Jay. Também estariam presentes para cantar os problemas da juventude, na forma de rock, Kurt Cobain e Layne Staley.
Além deles, estariam um pouco mais afastados, mas próximos o suficiente para serem ouvidos, Louis Armstrong, Miles Davis e Dave Brubeck, demonstrando toda a complexidade e sonoridade única do jazz. Também estariam presentes Judy Garland, Frank Sinatra e Bobby Darin, mostrando que vozes e orquestras são um casamento perfeito. Aproveitando a orquestra, Luciano Pavarotti estaria encantando até o mais belo dos anjos com a perfeição vocal dos tenores, e seria surpreendido por Freddie Mercury, que mostraria a semelhança entre o rock e a música erudita, fazendo-se ser ouvido em todos os lugares do céu, acompanhado de Clarence Clemons, como se o céu fosse um grande estádio igual aos em que brilhavam na Terra.
Já cansados de tocar suas obras primas, Beethoven, Mozart, Bach, Vivaldi e tantos outros gênios da música observariam tudo, e ficariam extremamente contentes em descobrir que a música se diversificou e se popularizou sem perder a qualidade, e logo estariam aprendendo a tocar cada uma das músicas desses novos estilos, de "Cross Road Blues" a "Smells Like Teen Spirit", de "Walk The Line" a "California Love", de "Stayin' Alive" a "Blitzkrieg Bop", de "What a Wonderful World" a "What's Going On", de "Billie Jean" a "Whole Lotta Love", de "We Will Rock You" a "No Woman, No Cry", esperando a chegada de mais talentos para ampliar ainda mais seus horizontes musicais e confirmar que a beleza na música, antes de tudo, está na criatividade do ser-humano.
PS: Eu provavelmente me esqueci de muita gente, mas é muito difícil lembrar de todo mundo, e o que eu pretendi aqui foi fazer uma homenagem à diversidade musical e aos grandes artistas que já partiram desse mundo.
terça-feira, 16 de abril de 2013
Músicas Viciantes do Mês: Maio/Abril
Há muito tempo não fazia outro post dessa série, mas recentes acontecimentos musicais me fizeram ficar viciados em algumas músicas, e resolvi compartilhar com vocês.
1- Hysteria - Muse: Essa foi por causa do rock in rio, como tinha a ideia de comprar o ingresso pro dia do Muse, acabei procurando música e me viciei nessa, que é espetacular, da linha de baixo ao riff de guitarra, sem falar no refrão.
2- No One Knows - Queens of the Stone Age: Depois que eles tocaram no Lollapalooza, passei a prestar mais atenção na banda, e esse música me cativou.
3- Home - Phillip Phillips: Outro que eu vou ver no rock in rio, e esse country é realmente bom, com destaque pro backing vocal.
4- Hot in Herre - Nelly: Essa é do auge do r&b dos anos 2000, e provavelmente a melhor do Nelly, que eu "revivi" recentemente, e não consegui parar de escutar.
5- Stairway to Heaven - Ann Wilson, Nancy Wilson, Jason Bonham e banda: Claro que eu já era viciado em Led Zeppelin e em Stairway, mas o vício se renovou com essa versão ao vivo apresentada no Kennedy Center Honors desse ano, que homenageou a banda. A parte final, do solo em diante, é fantástica...
1- Hysteria - Muse: Essa foi por causa do rock in rio, como tinha a ideia de comprar o ingresso pro dia do Muse, acabei procurando música e me viciei nessa, que é espetacular, da linha de baixo ao riff de guitarra, sem falar no refrão.
2- No One Knows - Queens of the Stone Age: Depois que eles tocaram no Lollapalooza, passei a prestar mais atenção na banda, e esse música me cativou.
3- Home - Phillip Phillips: Outro que eu vou ver no rock in rio, e esse country é realmente bom, com destaque pro backing vocal.
4- Hot in Herre - Nelly: Essa é do auge do r&b dos anos 2000, e provavelmente a melhor do Nelly, que eu "revivi" recentemente, e não consegui parar de escutar.
5- Stairway to Heaven - Ann Wilson, Nancy Wilson, Jason Bonham e banda: Claro que eu já era viciado em Led Zeppelin e em Stairway, mas o vício se renovou com essa versão ao vivo apresentada no Kennedy Center Honors desse ano, que homenageou a banda. A parte final, do solo em diante, é fantástica...
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Festa da Música Tupiniquim - Especial Funk Carioca
Nunca julgue uma música pelo seu gênero. Essa deve ser a regra nº 1 de todos os amantes de música. No caso do funk carioca, como de outros estilos com maioria de música de gosto e qualidade duvidosas, essa regra ajudar a enxergar o que o estilo tem de bom. Por isso, vou listar 5 músicas do batidão carioca que mostram o lado do funk que a maioria dos funkeiros atuais tenta esconder, infelizmente:
1 - Rap do Silva - Mc Bob Rum: Como os melhores raps americanos, a música mostra a relação da pobreza com a violência, que acaba por fazer vítimas inocentes, como o Silva que só queria se divertir no baile funk.
2 - Rap da Felicidade - Cidinho e Doca: O melhor refrão da história do funk carioca. O rap da felicidade retrata a realidade das favelas cariocas e da cidade do Rio de Janeiro em geral como poucas músicas já fizeram. Assim como o Rap do Silva, tem uma excelente crítica social, sem perder o ritmo dançante e a batida característica do funk.
3 - Zona Oeste - Mc Marcinho e Mc Bob Rum: Com uma melodia incomum às músicas de funk, refrão sensacional e ritmo perfeito para um baile funk, se tornou clássico do estilo, merecidamente.
4 - Ela Só Pensa Em Beijar - Mc Leozinho: Hit absoluto do funk, que rendeu participação de Leozinho no Especial de Fim de Ano do Roberto Carlos. Acho que nem preciso falar mais nada...
5 - Nosso Sonho - Claudinho e Buchecha: A síntese do funk melody. Refrão grudento, perfeito pra cantar junto e capaz de fazer sucesso em festas até hoje. Sinta-se honrado se o nome do seu bairro é citado na letra...
Alguém me explica porque o nível das músicas de funk caiu tanto com o passar dos anos?
OBS1: R.I.P. Claudinho
OBS2: Fé em Deus, DJ!!!
1 - Rap do Silva - Mc Bob Rum: Como os melhores raps americanos, a música mostra a relação da pobreza com a violência, que acaba por fazer vítimas inocentes, como o Silva que só queria se divertir no baile funk.
2 - Rap da Felicidade - Cidinho e Doca: O melhor refrão da história do funk carioca. O rap da felicidade retrata a realidade das favelas cariocas e da cidade do Rio de Janeiro em geral como poucas músicas já fizeram. Assim como o Rap do Silva, tem uma excelente crítica social, sem perder o ritmo dançante e a batida característica do funk.
3 - Zona Oeste - Mc Marcinho e Mc Bob Rum: Com uma melodia incomum às músicas de funk, refrão sensacional e ritmo perfeito para um baile funk, se tornou clássico do estilo, merecidamente.
4 - Ela Só Pensa Em Beijar - Mc Leozinho: Hit absoluto do funk, que rendeu participação de Leozinho no Especial de Fim de Ano do Roberto Carlos. Acho que nem preciso falar mais nada...
5 - Nosso Sonho - Claudinho e Buchecha: A síntese do funk melody. Refrão grudento, perfeito pra cantar junto e capaz de fazer sucesso em festas até hoje. Sinta-se honrado se o nome do seu bairro é citado na letra...
Alguém me explica porque o nível das músicas de funk caiu tanto com o passar dos anos?
OBS1: R.I.P. Claudinho
OBS2: Fé em Deus, DJ!!!
sexta-feira, 29 de março de 2013
Deus existe e a música está aí pra provar...
Sim, você pode não acreditar, mas há diversas provas da existência de Deus nos mais variados campos do conhecimento, inclusive na arte e mais especificamente na música. Sim, e aqui vão 5 dessas provas da existência divina:
1- Ode To Joy de Beethoven: É só escutar, não é possível que um homem "sozinho" tenha tido a capacidade de compor essa obra tão perfeita, que na minha opinião é a melhor peça de música "clássica" já escrita, e um dos meus hinos da humanidade (além de ser o hino da União Europeia).
2- O "na na na na" de Hey Jude, dos Beatles: Como pode uma repetição de sílabas, com apenas 3 acordes, causar esse misto de emoções que Hey Jude causa? Paul McCartney só pode ter recebido inspiração divina pra fazer a música, especialmente essa parte final, é a única explicação possível... (vejam principalmente a partir dos 4:06)
3- Bohemian Rhapsody do Queen: Se toda a música já criada pudesse ser resumida em apenas uma música, esta seria Bohemian Rhapsody. E pra misturar todos esses estilos e sonoridades em uma música, a banda com certeza não foi a única compositora, e não precisa nem dizer quem ajudou...
4- O solo de guitarra de Prince em While My Guitar Gently Weeps no Rock n Roll Hall of Fame: Ele nunca tinha ouvido a música, segundo dizem por aí, e mesmo assim fez essa maravilha de solo que não só encaixou perfeitamente na música como tornou essa apresentação inesquecível. E a prova maior da inspiração divina está no final, quando Prince joga a guitarra para cima. Estaria ele devolvendo a guitarra para o Criador?
5- What a Wonderful World de Louis Armstrong: Claramente essa música é uma mensagem de Deus sobre as maravilhas por Ele criadas. É impossível ouvir essa música sem pensar no quanto o mundo realmente é maravilhoso, e no quanto a humanidade se esforça para estragá-lo.
Expliquem-se agora, ateus? Ainda acham que não existe um Deus? As provas estão aí, não tem como negar...
OBS: Deus aqui não necessariamente é o Deus judaico-cristão, pode ser qualquer manifestação divina, inclusive o Deus de uma tribo da Polinésia (vai que, né).
1- Ode To Joy de Beethoven: É só escutar, não é possível que um homem "sozinho" tenha tido a capacidade de compor essa obra tão perfeita, que na minha opinião é a melhor peça de música "clássica" já escrita, e um dos meus hinos da humanidade (além de ser o hino da União Europeia).
2- O "na na na na" de Hey Jude, dos Beatles: Como pode uma repetição de sílabas, com apenas 3 acordes, causar esse misto de emoções que Hey Jude causa? Paul McCartney só pode ter recebido inspiração divina pra fazer a música, especialmente essa parte final, é a única explicação possível... (vejam principalmente a partir dos 4:06)
3- Bohemian Rhapsody do Queen: Se toda a música já criada pudesse ser resumida em apenas uma música, esta seria Bohemian Rhapsody. E pra misturar todos esses estilos e sonoridades em uma música, a banda com certeza não foi a única compositora, e não precisa nem dizer quem ajudou...
4- O solo de guitarra de Prince em While My Guitar Gently Weeps no Rock n Roll Hall of Fame: Ele nunca tinha ouvido a música, segundo dizem por aí, e mesmo assim fez essa maravilha de solo que não só encaixou perfeitamente na música como tornou essa apresentação inesquecível. E a prova maior da inspiração divina está no final, quando Prince joga a guitarra para cima. Estaria ele devolvendo a guitarra para o Criador?
5- What a Wonderful World de Louis Armstrong: Claramente essa música é uma mensagem de Deus sobre as maravilhas por Ele criadas. É impossível ouvir essa música sem pensar no quanto o mundo realmente é maravilhoso, e no quanto a humanidade se esforça para estragá-lo.
Expliquem-se agora, ateus? Ainda acham que não existe um Deus? As provas estão aí, não tem como negar...
OBS: Deus aqui não necessariamente é o Deus judaico-cristão, pode ser qualquer manifestação divina, inclusive o Deus de uma tribo da Polinésia (vai que, né).
quinta-feira, 21 de março de 2013
Conhecendo Melhor: Especial Rock in Rio - Muse
Eu fiz uma confusão de dias e não me toquei que na segunda noite de show é a banda Muse que é a atração principal, e não o Timberlake, que é o principal nome da terceira noite de shows. Mas isso não importa aqui, e vamos falar sobre a banda, que é um power trio inglês de rock alternativo, formado por Matt Bellamy (guitarra e voz), Christopher Wolstenholme (baixo, teclado) e Dominic Howard (bateria). Vamos as músicas que podem fazer você ir ao show da banda no festival:
1- Supermassive Black Hole: Prestem atenção na guitarra e no refrão.
2- Uprising: Esse é daquelas que inflama qualquer plateia, com um dos melhores refrões da banda.
3- Knights of Cydonia: Uma aula de guitarra de Matt Bellamy, o mais novo "guitar hero" britânico.
4- Hysteria: Uma das melhores linhas de baixo de todos os tempos.
5- Madness: Rockstep ou Dub 'n Roll? A música mistura rock e dubstep e o resultado é espetacular.
Muse é uma banda muito boa no estúdio, mas é excelente ao vivo, uma das poucas que conseguem melhorar a performance nas apresentações, sendo certeza de um show inesquecível. Vale para quem aprecia solos de guitarra, riffs e linhas de baixo marcantes, ou seja, o bom velho rock n roll.
1- Supermassive Black Hole: Prestem atenção na guitarra e no refrão.
2- Uprising: Esse é daquelas que inflama qualquer plateia, com um dos melhores refrões da banda.
3- Knights of Cydonia: Uma aula de guitarra de Matt Bellamy, o mais novo "guitar hero" britânico.
4- Hysteria: Uma das melhores linhas de baixo de todos os tempos.
5- Madness: Rockstep ou Dub 'n Roll? A música mistura rock e dubstep e o resultado é espetacular.
Muse é uma banda muito boa no estúdio, mas é excelente ao vivo, uma das poucas que conseguem melhorar a performance nas apresentações, sendo certeza de um show inesquecível. Vale para quem aprecia solos de guitarra, riffs e linhas de baixo marcantes, ou seja, o bom velho rock n roll.
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