terça-feira, 19 de março de 2013

Conhecendo Melhor: Especial Rock in Rio - Justin Timberlake

Continuando a série sobre os headliners do Rock in Rio, hoje é dia de conhecer melhor o astro pop, ex-integrante de boy band que vai ser a atração principal do 2º dia de shows do festival: Justin Timberlake:

1- Cry Me a River: A melhor música da carreira do Timberlake.



2- What Goes Around... Comes Around...: É uma música grande, incomum para os padrões atuais do pop, mas em nenhum momento Justin se perde, e o instrumental é excelente.



3- Sexy Back: Um dos maiores sucessos de J.T., e merecidamente, porque é uma música viciante.



4- Summer Love: Refrão grudento, música boa para dançar, mas o destaque é a ponte entre os refrões.



5- Suit and Tie (feat. Jay-Z): Essa mostra que Justin está de volta e não perdeu a velha forma, mesmo depois de anos sem gravar inéditas.



Bom, Timberlake é o grande nome do pop masculino nesse século, é muito bom ao vivo, seja cantando ou dançando, e com certeza fará um excelente show no dia 15 de setembro, na sua 2ª participação no festival (a 1ª foi em 2001, quando ainda era integrante do 'N SYNC).

domingo, 17 de março de 2013

Conhecendo melhor: Especial Rock in Rio - Beyoncé

Bom, todas as atrações principais do Rock in Rio desse ano já foram divulgadas, e muita gente fica indecisa na hora de escolher um dia pra comprar o ingresso e ir. Por isso, vou fazer um "Conhecendo Melhor" com todos os headliners do festival, para tentar ajudar na escolha de quem ainda não se decidiu. Seguindo a ordem dos dias de shows, o primeiro headliner é a cantora Beyoncé. Então, vou mostrar 5 músicas dela (e depois das outras atrações principais) que possam fazer você se decidir a ir no dia do artista do post.


1- Crazy in Love (feat. Jay-Z): Na minha opinião, a melhor música dela, um clássico.


2- Single Ladies: "One of the best videos of all time" (WEST, Kanye).



3- Irreplaceable: O refrão fica na cabeça... "To the left, to the left".



4- Independent Woman: Tá, é do tempo que ela ainda era uma Destiny Child, mas é muito provável que ela cante no show, nem que seja num medley com outras músicas do grupo.

 
5- Halo: Nessa música ela pode mostrar uma boa parte da potência da sua voz, além de ter sido um super hit.



A banda dela é formada só por mulheres, e é muito boa, e ela realmente canta durante os shows, ao contrário de algumas artistas pop atuais que adoram um playback. Portanto, se você gosta de pop/r&b bem feito, é quase obrigatório ir nesse dia.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Conhecendo Melhor: Led Zeppelin

Houve um tempo em que os gigantes andaram pela Terra. Mas eram gigantes em altura, eram gigantes da música, que faziam o planeta tremer com seus riffs e melodias. Naquele tempo não havia ninguém maior que Robert Plant, Jimmy Page, John Paul Jones e John Bonham: o Led Zeppelin. Resumir a discografia da banda em 5 música é complicadíssimo, mas pode ajudar a entender toda a mística, genialidade e importância da banda inglesa para o rock e para a música em geral. Cliquem nos links pra ouvir as músicas.



1- Whole Lotta Love: A música mostra o peso dos riffs de Page, capazes de sintetizar toda a ideia a ser transmitida pela música. Plant alia muito bem os seus vocais a esse riff, mostrando sua capacidade como vocalista. Jones e Bonham se completam perfeitamente, dando todo o apoio para Page brilhar com suas improvisações, incluindo os solos com o arco de violino.

2- Rock 'n Roll: Como o próprio nome da música diz, ela é um exemplar perfeito do rock n roll. A guitarra faz a batida que consagrou o rock desde sua criação, e junto com o resto da banda passa toda a atmosfera que uma música de rock deveria ter, sendo capaz de fazer um estádio inteiro pular e dançar. Nessa música John Bonham mostra porque é um dos maiores bateiristas de rock de todos os tempos, principalmente do solo de bateria que faz no final da música.

3- Black Dog: A genialidade da música, que espelha a genialidade dos membros da banda, está no revezamento entre os vocais de Plant e a parte instrumental. É outra música com riff e linha de baixo marcantes, que se contrapõem aos agudos de Plant de forma magistral.

4- Kashmir: Hipnotizante. Não há palavra melhor para descrever a música. Desde a letra, passando pela batida da bateria, pelos riffs da guitarra e pela voz de Plant, a música prende a atenção, faz o ouvinte viajar pelo ritmo e pela melodia, mostrando porque os 4 eram os gigantes da música.

5- Stairway to Heaven: A perfeição em forma de música. Nessa canção todo o talento dos 4 integrantes se combinam e se completam da mais perfeita forma, de modo que é praticamente impossível descrever as sensações que se tem ao ouvir a música em palavras. Por isso, vou me limitar a pedir que escutem a música e cheguem ao paraíso.


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Festa da Música Tupiniquim (parte 1)

Nunca falei muito de música nacional aqui no blog, então pra ninguém me chamar de vendido, entreguista, agente da CIA ou qualquer outra coisa, vou começar uma série de posts com músicas que marcaram a história da música brasileira, do samba ao rap, da bossa nova ao forró. Pra começar, nada melhor que os clichês mais básicos, ou seja, as músicas mais importantes, conhecidas e reconhecidas pelos brasileiros e pelos estrangeiros também.

Garota de Ipanema - Tom Jobim e Vinícius de Morais: É "só" a segunda música mais regravada da história, perdendo apenas para "Yesterday" dos Beatles. Foi a música que lançou a bossa nova no mundo, fez o estilo se popularizar e se tornar sinônimo de Rio de Janeiro.



Asa Branca - Luiz Gonzaga: Se Garota de Ipanema é sinônimo de Rio de Janeiro, Asa Branca é sinônimo do sertão nordestino. É a mais clara e sincera tradução do espírito do povo nordestino, que apesar do sofrimento com a pobreza e a seca, ainda tem esperança num futuro melhor e celebra sua vida com a alegria de ritmos como o forró e o baião.



Águas de Março - Tom Jobim e Elis Regina: O gênio da bossa nova se encontra com a maior voz feminina do Brasil para cantar esse clássico. Nunca um dueto pareceu tão natural, e Elis e Tom se completam tanto quanto as partes das frases que cada um canta.



Mas Que Nada - Jorge Ben: Depois de Garota de Ipanema, esta deve ser a música brasileira mais conhecida no exterior, e com muitos méritos. Não precisaria nem de letra pra fazer todo mundo sambar mas o refrão genial de Jorge Ben coroa a genialidade da música e do artista.



Que País É Esse? - Legião Urbana: O clássico mais marcante da geração mais brilhante do rock nacional. Apesar de simples, é a pegada punk com a letra que ainda (infelizmente) é atual, que tornam a música tão especial. Escute essa música em um show ao vivo e verá toda a magia que ela carrega.


Se quiserem deixar sugestões de músicas pros próximos posts, fiquem à vontade. No próximo post da série um especial de músicas sobre a ditadura.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Músicas viciantes do Grammy 2013

Há tempos eu não faço uma postagem dessas, mas o Grammy, que aconteceu no último domingo (falarei das minhas impressões em outro post), trouxe algumas apresentações de músicas excelentes, que nos fazem querer ouvi-las sem parar. Então, trago as 5 músicas tocadas na premiação que mais me deixam com vontade de ouvir continuamente (cliquem no nome das músicas para as versóes originais de estúdio e nos link no final dos texos para as apresentações no Grammy):

Lonely Boy - The Black Keys: Foi premiada como a melhor música de rock de 2012, e com muitos méritos. Tem um riff marcante, refrão fácil e é muito simples, utilizando-se de apenas 3 acordes durante toda a música. No Grammy, o duo de Ohio tocou a música com Dr. John e a Preservation Hall Jazz Band, que adicionou instrumentos de sopro à música, dando um ar de Nova Orleans à música (http://www.dailymotion.com/video/xxfaqg_the-black-keys-lonely-boy-grammys-2013_music#.UR6M4GetxeB).

Locked Out Of Heaven - Bruno Mars: O cantor havaiano vem se consolidando como um dos grandes nomes da música pop atual, mas sem se render ao auto-tune, mostrando verdadeiro talento vocal e relembrando grandes nomes da música negra mundial. E foi para homenagear Bob Marley que Bruno tocou a música no Grammy, iniciando o Tributo da premiação à lenda do reggae. É outra música com refrão empolgante, que tem muita influência do reggae jamaicano, e mostra que ainda é possível fazer música pop de qualidade nos dias de hoje. (http://www.dailymotion.com/video/xxf9wc_bruno-mars-sting-rihanna-ziggy-marley-bob-marley-tribute-grammys-2013_music#.UR6NT2etxeA)

Could You Be Loved - Bob Marley: Falando na lenda, essa foi a música escolhida para fechar a homenagem ao jamaicano mais famoso de todos os tempos. No Grammy, a música foi tocada por um time de estrelas, que incluía o Bruno Mars, o Sting, Rihanna e dois dos filhos do homem, Damian e Ziggy Marley. É mais um refrão genial, fácil e com uma mensagem profunda, assim como praticamente tudo que foi escrito por Bob. A música fez a plateia inteira dançar, desde os "branquelos" do country (como Keith Urban e Taylor Swift) aos "manos" do rap (como Wiz Khalifa e Drake), provando que a música é um clássico atemporal assim como seu criador. (é o mesmo link de Locked Out In Heaven)

The Weight - The Band: Em outra homenagem, dessa vez ao recentemente falecido Levon Helm, vocalista e bateirista da Band, outra time de astros foi convocado para cantar o maior sucesso da banda, The Weight. Dessa vez, Elton John se juntou a Mavis Staples (Staples Singers), Zac Brown (Zac Brown Band), Mumford & Sons e Britanny Howard (Alabama Shakes) para tocar a música. O maior destaque da música é, sem dúvida, a harmonia vocal do refrão, mas a letra e a batida da bateria também são muito marcantes na música d'A Banda que chegou a tocar com o Bob Dylan antes de se lançar como grupo no fim da década de 60 e fazer de The Weight uma das melhores músicas da história. (http://www.dailymotion.com/video/xxfbqa_elton-john-zac-brown-brittany-howard-t-bone-burnett-mavis-staples-mumford-and-sons-the-weight-grammy_music#.UR6Nh2etxeA)

Whadupp - LL Cool J, Chuck D, Tom Morello, Travis Barker & DJ Z-Trip: A apresentação que encerrou o Grammy foi espetacular. O apresentador do show, LL Cool J se juntou aos nomes já citados para uma explosiva apresentação, na qual todos os artistas tiveram muito destaque, assim como a homenagem ao também recém falecido MCA, dos Beastie Boys, com Don't Sleep 'Til Brooklyn no final. Não sei o que foi melhor, os versos de LL e Chuck D, as viradas de bateria do Travis ou o show do DJ e de Tom Morello, que fez o "scratching" na guitarra. (http://www.dailymotion.com/video/xxfvwv_ll-cool-j-with-chuck-d-tom-morello-travis-barker-finale-grammys-2013_music#.UR6N72etxeA)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Conhecendo melhor: Tupac Shakur

Vou começar uma série de posts sobre grandes artistas da música, tentando mostrar o que faz desses artistas grandes nomes através de 5 músicas. Para começar essa série escolhi aquele que é considerado (e eu também acho isso) o melhor rapper de todos os tempos: Tupac Shakur. Maiores informações sobre a vida dele na wikipédia.



Sem mais, vamos começar:

1- Changes (feat. Talent): É a música mais marcante do rapper de NY. Nela toda a consciência social e humanitária de Tupac é traduzida em letra e música, com um refrão marcante que mostra a total descrença com a mudança de atitudes da sociedade em relação ao racismo, a pobreza e a desigualdade social. Naquele tempo, Pac dizia que os Estados Unidos não estavam prontos para um Presidente negro, e a pergunta fica: será que o fato de Obama ter sido eleito e reeleito significou o fim do racismo na américa? A resposta é óbvia...

2- Dear Mama: Aqui Tupac mostra todo seu amor e respeito à sua mãe, e faz o que pode ser considerado um hino à todas as mães do planeta. A música mostra que a mãe do rapper, apesar de viciada em crack, ainda cuidava como podia de seu filho, e era uma inspiração e tanto para a lenda do rap. Essa música é a prova do que Tupac já dizia: que ele era muito sensível e que por isso era tão duro.

3- Hit 'Em Up: Essa música traduz bem a rivalidade entre as costas leste e oeste dos Estados
Estados Unidos em relação ao rap. Nessa época Tupac já morava na Califórnia e era inimigo de Notorious B.I.G., antes seu amigo. A música mostra que Tupac podia ser agressivo quando queria e que essa "guerra" de rappers poderia acabar mal, como realmente a acabou, com Tupac e Biggie mortos assassinados.

4- 2 of Americaz Most Wanted (feat. Snoop Doog): A música é uma festa  gangster, como o próprio refrão diz. Tupac se junta a um promissor Snoop Dogg ainda em início de carreira e mostra bem a realidade dos guetos americanos. Segundo o próprio rapper, ele e Snoop são dois exemplos bem diferentes de homens da periferia que se completam muito bem.

5- California Love (feat. Dr. Dre): Aqui Tupac mostra todo seu espírito festeiro. Depois de sair da prisão,  assinar com a gravadora Death Row e ir morar na Califórnia, o rapper resolve homenagear a liberdade e o Estado que o acolheu, exaltando as festas e as cidades da Califórnia, de San Diego à Baía de São Francisco, numa música que pode ser tocada em uma festa e fazer todos dançarem.